segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Israel mata mulher palestina a tiros na Faixa de Gaza ( em inglês, site iraniano )

Zionist regime's troops shot dead two Palestinians, one a civilian woman the other an activist, in separate incidents in the Gaza Strip on Sunday, the army and Palestinian medical sources said.
In the first incident soldiers opened fire on two Palestinian activists on Sunday, killing one and wounding the other, the army said.
Palestinian medics identified the dead man as Adel Ashta, 23, a fighter in the armed wing of the Palestinian Islamic Resistance Movement, Hamas.
In a separate incident, Zionist soldiers opened fire later Sunday on a group of Palestinians awaiting returning Hajj pilgrims in the Gaza Strip, killing a 30-year-old woman, Palestinian medical sources said.
The soldiers, who were in a tank, opened fire in the Erez region near a passage connecting occupied Palestine to Gaza, they said.
The husband of the 30-year-old victim Halbia Altibani was among three others injured in the attack, the medical sources said.
mk
31/12/07

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CIA: Transparência e informação. Conheça a Verdade.

Clandestine Service
The threats facing the United States today are more complex and challenging than ever before, and the collection of foreign intelligence has never been more vital to our nation's security. Some of the broad issues we face, such as the threat of war and regional instability are perennial challenges. CompIex targets such as terrorism and proliferation pose increasingly critical threats.
In this environment, the National Clandestine Service (NCS) operates as the clandestine arm of the CIA, and serves as the national authority for the coordination, deconfliction, and evaluation of clandestine human intelligence operations across the Intelligence Community. The NCS supports our country's security and foreign policy interests by conducting clandestine activities to collect information that is not obtainable through other means. The NCS also conducts counterintelligence and special activities as authorized by the President.
CIA's Page !!!!!

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"The seed that's been sown" - PÔSTER

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"The August Sale" - PÔSTER


Esse aqui era para ter sido postado em "homenagem" ao 11 de Setembro. Mas, com essa história de Operação Condor vindo à tona, acho que este aqui é pertinente. Infelizmente.

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Para o Estadão, Al-Qaeda governa o Paquistão!!!

Na verdade, gostaria de saber o que ocorreria se, por algum acaso esquisito, algum opositor de Saddam, Hugo Chávez ou de Evo Morales fosse dinamitado em praça pública.
O Estadão é que é cuidadoso com as palavras: disse que Benazir Bhutto era vista pelos "radicais islâmicos" ( ou: os suspeitos de sempre ) como pró-Ocidente e que a Al-Qaeda teria assumido a autoria do atentado. Mas como o jornal disse isso, seguido da informação que o governo falou que interceptou ligações de um tal líder da Al-Qaeda, Mustafá, fica difícil entender se o cara disse isso ao vivo, confessando publicamente, ou por carta, ou se o que haveria, na verdade, seria a declaração do governo pró-americano de que o Mustafá teve uma conversa interceptada, em que admitia ter sido o autor do atentado.
Sem contar que o jornal dos cafeeiros fez questão de dizer que Bhutto era oposição, porém dando a entender que quem mais desejaria sua morte seriam os "radicais islâmicos". A questão é que a Al-Qaeda não governa o Paquistão; logo, ela só poderia ser oposição a Musharraf ( golpista e pró-americano ). Olha, eu nunca tinha visto tanta certeza por parte de autoridades, a respeito da autoria de algum atentado, desde que Aznar disse que o ETA explodira aqueles trens. E a adesão do imprensalão à versão oficial ( e, cacete, sempre pró-americana ) é impressionante.
Vamos aguardar as edições seguintes.

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Jornal Folha de São Paulo cobra R$ 2,50 ( R$ 4,00 aos domingos ) para dizer que Hugo Chavez domina fronteira com Brasil...com 45 soldados!! Quaquaquá!

Aqui na Folha de hoje para assinante: "Força militar da Venezuela domina fronteira com Brasil" .
E no Vi o Mundo aqui :A Folha foi à fronteira do Brasil com a Venezuela. Percorreu 500 quilômetros. Descobriu nove postos do exército venezuelano. Cada posto tem "ao menos cinco militares armados". Ainda bem que estavam armados. Já imaginaram militares desarmados? Ou seja, a Folha descobriu que a Venezuela tem 45 militares armados em 500 quilômetros de fronteira. Dá menos de um por quilômetro. Conclusão da Folha: "Força militar da Venezuela domina fronteira com o Brasil". É uma piada. E os outros 1.699 quilômetros da fronteira entre os dois países? A Folha não foi ver. Pode ser que a Venezuela tenha 45 soldados armados guardando 2.199 quilômetros de fronteira. A isso a Folha chama de "domínio":
Mais piada: O ímpeto armamentista do presidente Hugo Chávez já preocupa as Forças Armadas brasileiras, que consideram o avanço militar chavista uma ameaça à estabilidade regional.
Que boas, excelentes reportagens... Isso é Folha. Bem-Vindo à mídia brasileira....
By Helena™ .
Sábado, Dezembro 29, 2007

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Mundo resiste à invasão dos transgênicos!! Os plutoxiitas da Editora Abril sofrem mais uma derrota e sentam no pepino geneticamente superdesenvolvido!

Resistência aos transgênicos cresce e obtém resultados positivos em 2007
A resistência aos transgênicos, tanto no Brasil quanto no exterior, registrou resultados positivos em 2007, na opinião do presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira. O destaque, segundo ele, foi para a decisão judicial que proibiu a Syngenta de realizar experimentos com organismos geneticamente modificados em sua área, em Santa Teresa do Oeste, na região Oeste do Estado.
“Decisões judiciais têm garantido à sociedade civil conquistas importantes relacionadas à obrigatoriedade da rotulagem dos alimentos processados com transgênicos, ao mesmo tempo que foram proibidas liberações para comercialização de grãos geneticamente modificados”, acrescenta Valdir Izidoro.
Segundo o presidente da Claspar, os consumidores estão rejeitando os produtos transgênicos, enquanto que os agricultores que optaram em plantar a soja convencional estão recebendo mais por suas produções.
Valorização - Izidoro ressalta que a rejeição dos importadores, seguindo posição dos consumidores, contrária aos transgênicos, está valorizando cada vez mais a soja convencional. No Oeste paranaense, os produtores de soja não-transgênica estão recebendo R$ 2,20 a mais por saca do grão. Muitas cooperativas estão pagando 6% pelo grão não transgênico, tanto para atender a demanda do mercado interno como para os embarques para o exterior. Destacam-se as cooperativas Castrolanda, Batavo, Agrária e Coamo que negociam com os produtores de soja convencional preços superiores às cotações da soja transgênica.
As cooperativas estão realizando vendas para o mercado europeu e os prêmios variam de U$S 5,00 a U$S 10,00 a tonelada, variando conforme o volume exportado. Também a Imcopa, de Araucária, que processa soja para produção de ração exportada para a Europa e Japão, recebe somente soja convencional. O mesmo está ocorrendo em Mato Grosso e Goiás, outras duas grandes regiões produtoras de soja, onde os grãos de soja convencional têm melhor cotação do que a transgênica.
Reação no exterior – O presidente da Claspar destaca que “as posições francesa e austríaca, contárias aos transgênicos, pressionam a União Européia a manter a restrição ao cultivo de lavouras transgênicas. Também as populações dos países europeus manifestam-se contrárias à produção e comercialização de transgênicos. Mobilizações gigantes estão acontecendo na Itália e em Portugal, com abaixo-assinados, reunindo milhares de signatários, exigindo que seus governos adotem posições enérgicas contra os organismos geneticamente modificados”.
E finaliza, lembrando que até nos Estados Unidos está crescendo a rejeição aos alimentos processados com transgênicos, com centenas de organizações pressionando o governo a adotar a rotulagem. Até agora, não apareceu no mundo, nenhum movimento da sociedade civil defendendo o consumo de transgênicos, conclui Valdir Izidoro.
28/12/2007

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domingo, 30 de dezembro de 2007

D. Ingrid volta com seu estilo inconfundível!! Apedeutas e beneficiários de Bolsa-Família, tremei!!!

Ela é uma graça. Uma legítima e irretocável imagem de uma "cidadã de bem" da classe-média paulistana. A garota-propaganda da causa.
Eu estava filando um jornalzinho numa banca, quando o dono, vendo que não tinha outra alternativa, pediu-me que tomasse conta para ele, pois estava apurado. Eu disse que sim. Na saída, ele disse que não era para eu ficar pegando chicletes. Pão-duro.
Mal havia postado, diante de meus olhos, a última edição da indispensável revista vEJA, eis que aparece D. Ingrid ( lembram dela? ), e começa a procurar umas palavras cruzadas.
Veio ao balcão com dois "COQUETEL ULTRA FACÍLIMO ( indicado para alunos da rede estadual de São Paulo, pois já vem preenchido ). E abre a latrina:
"Nossa, viu, todas as outras bancas já estão fechadas por aí. Aí eu disse para a minha mãe que eu ia vir aqui, pois sabia que vocês não fecham nunca. Estão sempre trabalhando."
Eu respondi:
"É, né? Não critico os outros, porque sei que este ramo é muito sacrificado. Funciona quase todos os dias, é natural que alguns entreguem-se a uns dias de folga, num feriado desses."
E ela:
"Ah, é. Viu, um bom ano, tudodibom...!...se esse governo deixar, né?"
E ela continuou, sem que eu tenha sinalizado positivemente à sua "crítica" a "esse governo":
"Ai. Eu não sei que tanto que esse povo diz que tá tudo bem. Tá bom nada. Eles é que não sabem. Quando tem alguém que tenta 'consertar' [ imaginei que ela se referia ao Farol de Alexandria, o que veio se mostrar correto ] isso ( fala inaudível ) ...! "
Tentei me desvencilhar do proselitismo igaro da bestona, mas estava em posição desfavorável: cliente sempre tem razão, e ele sempre recorre a esse axioma quando não tem razão nenhuma.
Ela continuou:
"Vê só isso tudo. Aquele ladrão analfabeto vive viajando por aí, tá lá em cima, faz o que quer, e ganhando o quanto quer ( sic! ) [ Parêntese: eu sempre desejei que o FHC ganhasse justamente aquilo que ele não queria, mas o Brasil carece de bons atiradores ] e nós aqui, pagando tudo!! E aquele negócio do Lulinha..."
Aí eu franzi a sombrancelha, tipo interrogação, fingindo não saber do que se tratava, para que a mulona me julgasse desinformado, e parasse com a tortura. E caí na besteira de perguntar:
"Que negócio?"
Ela, triunfante:
"Aquele, de jogos, sei lá. Da Telemar."
Franzi a sombrancelha novamente, fingindo estar diante de uma nova descoberta da Física ( o que, dada a complexidade do assunto, me daria o direito de não saber nada a respeito ) e achando que, com isso, ela me deixaria em paz. Ela continuou:
"A Telemar. Sei lá. Do Maranhão, acho. Empresa pública que 'dava' dinheiro pro Lulinha. Nosso dinheiro."
PERAÍ!!! Maranhão? Telemar? A Sede não é no Rio de Janeiro? Não tem como sócio o irmão do ex-governador tucano do Ceará Tasso Jereissati? Não é ( ou foi ) dirigida pelo fundo Opportunity do Daniel Dantas, fundo esse que também dirigiu a rival da própria Telemar, a Brasil Telecom, graças a uma complexa engenharia societária? E a propina do Ricardo Sérgio? Deus do Céu!! Essa Dona Ingrid é burra mesmo! E preconceituosa também:
"Também, né? Eu sou a favor de que as pessoas ganhem a partir do trabalho, mas essa gente aí, que vota no Lula, só quer saber de ganhar Bolsa Família, Bolsa sei-lá-o-quê..."
O bom e velho arsenal de lugares-comuns, temperado com alguns anos de leitura da revista vEJA. E eu lá, escutando tudo.
Mas aí, mudei de tática. Simpático, comecei a concordar, e completei o raciocínio de D. Ingrid sobre a composição do povo brasileiro:
"Pois é ( expressão que não quer dizer nada, como nos melhores manuais de 'gestão' ). E, pior, com esse monte de analfabeto, a tendência é piorar...
Eu estava conversando com uma professora num dia desses, e ela reclamou que 'o governo' ( entenda-se aí: "o estadual", para não haver dúvidas ) fica dizendo que melhora as condições, os salários dos professores, mas a verdade é que ele apenas remaneja os 'bônus' salariais, que não entram na contagem das aposentadorias. E 'o governo' vem dizer que há 'indústria das faltas', mas acontece que os professores 'tão' tudo doentes, tudo enlouquecendo, onde já se viu? Vê aí o Hospital do Servidor Público, o cara chega e tá tudo caindo aos pedaços. E não ficam dando atestado médico do jeito que 'tão' dizendo. E os professores pagam à parte."
D. Ingrid meio que concordou:
"É, eu sei. O IPESP."
Errado. O IPESP é o fundo de previdência, que garfa 11% dos rendimentos dos servidores estaduais. O Hospital do Servidor Público Estadual é um desconto à parte ( 2% ). Para ser atendido no meio de escombros. Bom, não importa.
Continuei, mas tentando cortar logo aquela conversa cacete:
"E a senhora vê...com esse monte de analfabeto por aí, é ruim prá gente aqui [ na banca ]."
Aí, ELA franziu a sombrancelha, indagadora:
"HÃ?"
Eu respondi:
"É que se eles não sabem ler, a gente não vende jornal, revista [ deitei a mão na pilha de vEJA ] ...".
Ela riu, concordando. E emendou:
"É...com esse analfabeto aí no Governo...minha filha, eu falo prá ela que tem que estudar, mas ela 'diz que o presidente não estudou'."
Besteira, D. Ingrid. Se é que você tem filha, ela não falou nada disso. Você ouviu isso por aí, já que não teria dado tudo a ela, durante todo esse tempo, e exigido a contrapartida para que, depois de anos, sua filha tirasse da própria cabeça esta baboseira. A conversa de que estudantes não querem dar duro por causa do Lula é mais uma dessas coisas que se repetem, sem que se saiba a origem. Por quê, justamente, a filha de alguém que demonstra odiar o Lula, diria isso para a mãe? Só para que a mãe tivesse mais alguma coisa para botar na conta do Lula? D. Ingrid, chega de frases-feitas, preconceitos e lugares comuns.
Só que eu "concordei":
"Fazer o quê, né? Tá na Constituição..."
D. Ingrid balançou a cabeça, em sinal de concordância, falou alguma coisa, sorriu, desejou-me Feliz Ano Novo, pegou o troco, agradeceu, falou alguma outra coisa, e foi embora, crente de que tinha conhecido um igual a ela.
Analfabeto, mesmo, não pode ser candidato. ISSO é o que está na Constituição, esperta D. Ingrid.
O Lula não é analfabeto. E ele se tornou presidente ANTES de José Serra, sua vaca.
Feliz Ano Novo o cara**lho!!



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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Resgatando HAPPYLAND*


*Relembrando: Exposição hilária promovida pelos arquitetos Isay Weinfeld e Márcio Kogan em 2004, a instalação Happyland vol. 2 mostrava objetos como "kit-sequëstros" e "muros-retráteis", segundo alguns, servia como "crítica à violência urbana". Outros consideraram como sendo, na verdade, uma sátira ao "medo" desta violência, e o que alguns fazem para fugir do problema: encasulam-se cada vez mais em seu mundo-condomínio-shopping-deliverings-helicopter. Os que podem, claro.
A classe média, por sua vez, macaqueia o que consegue: alguns blindam seu automóvel, constroem muros cada vez mais altos em sua residência, votam em "NÃO" no plebiscito anti-armas de fogo, pedem a implantação da pena de morte, escrevem para jornais, adotam uma série de regras, medidas, sinais, códigos secretos, entre os familiares, a fim de protegerem-se de assaltos ou seqüestros rápidos, pagam um guardinha noturno, fecham ruas sem o consentimento da Prefeitura ( Ou sem a ciência desta. Quero dizer: quem garante, não é mesmo, Gafisa? ), pretendem implantar chips com GPS no crâneo dos filhos, essas coisas. O mundo lá fora é violento, diria Manfred Von Richtofen.
Pois bem. Vou pedir licença aos dois arquitetos, e desenvolver uma continuação à sua obra, já que desde 2004 ( até onde eu sei, pelo menos ) não foram apresentados ao público mais trabalhos nessa linha. Portanto, tentarei, humildemente, preencher esta lacuna, ou continuar com seu legado, até que eles o retomem.

HAPPYLÂNDIA ACCORDING TO "O CATA-MILHO"

LIXEIRAS COM CADEADO: Um must. A cidade que não pára, na busca pela qualidade de vida, desenvolveu a última palavra em higienização e combate ao crime. As lixeiras com cadeados impedem que sujismundos que odeiam São Paulo, e que costumam perambular por nossas bem cuidadas ruas com suas carroças que - antes de mais nada - pioram o trânsito na Capital, possam fuçar o lixo e espalhá-lo inconsequentemente nos logradouros. Nada pior para a imagem de uma cidade, do que se mal falado no exterior por turistas quando estes retornarem a seus países ( pior será se forem de Primeiro Mundo ). E combate o crime porque, já se noticiou anteriormente, a máfia nova-iorquina explora também os rendimentos provindos destes objetos descartados. Nada impede que venham a fazer isso por aqui. Previdência, proletas.

LEI CIDADE MAIS LIMPA: Consciência e asseio, na busca pela qualidade de vida. São as palavras que aparecem inscritas no brasão oficial de HAPPYLÂNDIA. Caminhando maravilhado por nossas bem cuidadas calçadas, o turista será generoso ao relatar sua estadia em HAPPYLÂNDIA a seus amigos; e influenciará as pessoas quando estas, diante da tão espinhosa questão - de suma importância -, que é decidir onde passar as férias, resolverão aportar por aqui também. Turismo também gera qualidade de vida e abre novas vagas de empregos. O fato de os recursos hídricos para consumo humano se tornarem, a cada minuto, mais e mais escassos não demove os habitantes de HAPPYLÂNDIA, empenhados em fazer bonito aos olhos dos moradores do Primeiro Mundo. E outra: nestas calçadas habitam pessoas, e a elas é dedicado tamanho carinho e asseio. E HAPPYLÂNDIA, a qualidade de vida não é mera intenção.

CONSUMO RESPONSÁVEL, RESPONSABILIDADE SOCIAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA: O futuro do planeta e do próximo está em boas mãos. Apesar de gozar de uma posição privilegiada no IDH, infelizmente HAPPYLÂNDIA não é perfeita. Ainda. Apesar de ostentar um luxo capaz de rivalizar em beleza e qualidade de vida com as cidades mais desenvolvidas do Primeiro Mundo, esta bela cidade tem as suas - pequenas, é claro - ilhas de pobreza. O poucos excluídos, porém, contam com a solidariedade daqueles que chegaram lá ( no Olimpo da qualidade de vida, onde mais? ). Ao transitarem pelas amplas e bem planejadas ruas da cidade em qualquer um de seus automóveis, os concidadãos não esquecem do próximo ( que pode estar bem próximo ): caso tenham algum tipo de detrito em seu poder, que possa ser disponibilizado para fins de reciclagem por uma de nossas cooperativas de catadores, os habitantes simplesmente ( e sem burocracia estatal impedindo ou emperrando os negócios com uma absurda lista de exigências ) depositam o detrito na rua sabendo que, logo em seguida, alguém aparecerá e o recolherá, colocando-o para criar riqueza, desenvolvendo a Economia, abrindo vagas de empregos e melhorando a qualidade de vida da NOSSA HAPPYLÂNDIA. Não é por acaso que o Brasil é lider em reciclagem de latinhas de alumínio. Já dizia o axioma: o ouro está onde você o encontra. O mais bacana de tudo é a consciência de classe: os habitantes não tão bem sucedidos também dão um jeito de contribuir, jogando suas latinhas de refrigerantes pela janela do ônibus.ASSENTOS PÚBLICOS ANATÔMICOS E HIGIÊNICOS: O asseio e a modernidade das linhas destes assentos merecerão, no futuro próximo, estudos e análises dos maiores e mais importantes centros mundiais de design. A aerodinâmica garante o conforto dos bem cuidados e intocados traseiros dos turistas, o que garantirá uma boa avaliação no Primeiro Mundo para HAPPYLÂNDIA. No quesito multiuso, perceba que pode-se tudo nestes assentos, menos dormir. Isso se faz na cama, que é lugar quente. O HAPPYLANDÊS concorda, e dá boa avaliação ao atual prefeito, que busca manter-se na disputa por sua reeleição. E, todos sabemos, sem gerentes e gestores públicos competentes, a busca pela qualidade de vida é uma busca utópica.

RAMPAS ANTIMENDIGOS: Pioneirismo e qualidade de vida são sinônimos de HAPPYLÂNDIA. Esta rampa, idealizada pela prefeitura tem por finalidade, proteger os pouquíssimos moradores de rua da cidade. Funciona assim: os cantos escuros são os locais procurados por sociopatas malcriados - que só podem ser originários de outras cidades - que saem às bem cuidadas ruas da nossa cidade, procurando cometer crimes hediondos, como matar nossos poucos indefesos moradores de nossas belas ruas. Ora, se alguém se recolhe a um canto escuro e isolado para dormir, o risco de morrer e perder a qualidade de vida é enorme. Graças à prefeitura de HAPPYLÂNDIA, lugares ocultos como esses estão sendo transformados em locais seguros. O entusiasmo é tanto entre a sociedade, que até a maior e melhor publicação de entretenimento, terror e contos-de-fadas do país já está patrocinando a obra. PPP, meus caros, é modernidade e qualidade de vida.


Mas, como toda cidade, HAPPYLÂNDIA não para de crescer, mudar e se transformar a um ritmo vertiginoso. Em breve, traremos as últimas medidas tomadas em prol da sociedade de HAPPYLÂNDIA, invejadas até mesmo pelas maiores e mais desenvolvidas metrópolis do Primeiro Mundo. Como se sabe, nesses lugares tudo funciona. HAPPYLÂNDIA está no caminho certo.










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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

PSDB enfrenta Fantasmas dos Natais Passados: Valerioduto I tem 15 denunciados pelo STF

STF notifica 15 denunciados em valerioduto tucano
Jornal do Commercio do Rio - 26/12/2007
Um dia antes do recesso do Poder Judiciário, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa determinou nesta quinta-feira a notificação das 15 pessoas que são alvo da denúncia criminal do valerioduto tucano, para que elas apresentem defesa prévia.
Os acusados terão 15 dias para prestarem explicações sobre as acusações de prática de peculato e lavagem de dinheiro. Porém, o prazo começará a contar do momento da notificação, que ocorrerá a partir de 6 de janeiro, quando termina o recesso de fim de ano da Justiça.
Entre os denunciados estão o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o ex-ministro das Relações Institucionais Walfrido dos Mares Guia, que pediu demissão no dia em que a denúncia foi oferecida pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, em 22 de novembro último.
Eles são acusados de desviar R$ 3,5 milhões de verba pública para a campanha derrotada de Azeredo à reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. Antonio Fernando disse que o esquema, montado pelo publicitário Marcos Valério, foi "o laboratório" do mensalão petista.
Notas do Blog:
Galinha ou ovo?
Não é muito certo afirmar que o Valerioduto I ( Valerioduto Primeiro. É que eu não encontro numerais romanos para usar aqui. ) foi o "laboratório" do que quer que seja. Ele foi um fim em si mesmo, projetado para aquele presente, e não um preparativo para o que viria. Aqueles canais tipo History Channel fazem muito isso: a Pérsia, Atenas ou Roma foram um esboço, cuja finalidade de suas existências foi apenas a de servirem como parâmetro de comparação com o ápice delas mesmas, ou seja, os EUA.
CAIXA 2
Essa aqui é apenas um lembrete: Andrade Vieira, dono do Bamerindus ( extinto ) disse, não lembro se em 2005 ou 2006, que houve Caixa 2 na campanha de Fernando Henrique à Presideência, em 1994.
MUSOS
A chatíssima Bárbara Gancia, que não assinaria o ato em apoio a Emir Sader quando este foi processado pelo ultra-cidadão de bem Bornhausen, batizou um gatinho de Ziggy Stardust, homenageando David Bowie numa de suas melhores fases. Antes de invocar Flávio Cavalcanti, para destruírmos meus poucos CDs do músico inglês ( da mesma forma que Diogo Mainardi se desfez de um Armani quando descobriu que Lula também tinha um ), pergunto porquê ela não batizou o animalzinho de "Neschling", ou "Cardosinho", mais de acordo com suas preferências e concepções de vida?

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Antes que eu me esqueça: Leia que bos**ta apareceu pichada num muro!

Cidadão de bem, provavelmente indignado, garatujou essa merda aqui. Dá uma olhada no naipe e me diga: esse cidadão quer decidir alguma coisa, mas tem capacidade prá isso?
"Se a autoridade não é capaz
Deixa que a gente faz
PENA DE MORTE JÁ! "
Sacaram? "Se a autoridade não é capaz..."
Mas, peralá. Mesmo que fosse implantada, a decisão caberia a uma autoridade. Além de capacidade, a autoridade tem, obrigatoriamente a PRERROGATIVA.
Talvez, então, o bostão tenha querido dizer "linchamento" ( ou seja, fez apologia a um crime; e, imagino, sob o novo código jurídico ao gosto do bostão, esse tipo de crime poderia muito bem ser punido com a morte que, obrigatoriamente, seria aplicada por uma autoridade... );
Mas, se o cara confunde "PENA DE MORTE" com "LINCHAMENTO", de onde ele tirou a idéia de que tem capacidade para decidir qualquer coisa?
Mas temos aí um ótimo exemplo. Basta aplicá-lo nas mais diversas possibilidades. Por exemplo, um desses velhos mumificados cujo cérebro foi conservado em tonéis de Guerra Fria liquefeita, que lêem o Estadão, aposentado, e falando mal de grevistas. Considerando que o direito à aposentadoria da qual goza no presente não caiu do céu, ou pela bondade cristã do patrão, a contradição do panaca é clara. Mas ele é daqueles que falam grosso. Não importa o quê.

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Saibam que esta época do ano não me amolece!! Bebam muito e morram!!

Família unida, sorridente, e em paz só existe em propaganda de Chester ou de celular. Ponto. Esse carinho todo, essa afeição, esse amor incondicional não existem. O Apocalipse tarda.
A vida tornou-me cínico. E agora tenho uma tese: já ouvimos falar que a data em que é comemorada o Natal, foi apropriada pela Igreja Católica sendo, na verdade, uma comemoração pagã. Se não estou equivocado, tratava-se de celebrar o solstício ( que nem sei direito o que é isso, mas não vou procurar num dicionário e fingir saber ) no hemisfério norte.
Pois bem. De nada adiantou. Séculos depois, o Natal cristão tornou-se uma festa pagã. Um retorno à essência da coisa. Não me venham dizer que há alguma celebração religiosa ( religare ) ou metafísica nisso tudo. Não me convencerão, já que me vem à mente a imagem do sujeito bebaço que estava no ônibus e vomitou, tirou a camisa "dentro do veículo" - o que é proibido - para limpar a boca e ainda achou ruim quando o cobrador chamou-o à razão. Mexeu com sua macheza. Aliás, ontem mesmo, em outro ônibus, uma mulher com um dos braços engessado teve que PEDIR para outra fulana dar-lhe o lugar num assento que, ainda mais, tratava-se de um assento RESERVADO. E a intrusa ainda olhou para trás, procurando um lugar. Deu a impressão que, se não houvesse ( como de fato não tinha ) lugar, ela não cederia à mulher engessada. Ficou de pé e, quando surgiu um lugar, saiu esbarrando e atropelando as pessoas - eu, inclusive, podia ter pego o lugar, mas não sou um predador deste quilate. Já que ela fazia tanta questão do lugar, fique com ele. Prestem atenção: ESTA É A REGRA.
Esse período do ano traz a ruindade à tona, ainda mais se conjugarmos com uma ligeira melhora no poder aquisitivo das pessoas. Estas bestas-feras não se importam com Cristo, nem com os Reis Magos, apenas em encher o bucho, se embebedar e - em muitos casos - brigar e se matar. Isso, enquanto fazem as compras natalinas. Na data celebrada, propriamente dita, é levemente pior.
O fato de ter um ( "um" é modo de falar: eram mais que isso) sambão no último volume perto de casa, às duas da manhã, é apenas um detalhe insignificante, já que isso acontece o ano todo, e essa época de "festas" não teria que ser diferente.
Contudo, não estou dizendo que isso seja ruim ou bom. Apenas acho que lembra mais uma orgia pagã. Nada de recolhimento ou de oração. Se você se considera Cristão ( não é meu caso ), abandone estes festejos e vá distribuir sopa aos pobres. Aí o sentido do Natal que o Ocidente pensa comemorar será um pouco retomado. Ponto.
De qualquer modo, um Feliz Natal e um Bom Ano Novo a todos. E juízo.

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domingo, 23 de dezembro de 2007

Jaz São Paulo: Metrô poderá não chegar ao Sapopemba, "para evitar a especulação imobiliária" ( sic!! )


Vê se não é o fim da picada!
A esta altura, pode ser que as coisas tenham tomado outro rumo, devo salientar. Estou com o jornal de bairro Folha de Vila Prudente em sua edição já meio antiga, de 07 de dezembro ( Pois é. Faz tempo que eu ia mencionar isso, mas não tive como. ). Tem-se aqui a matéria de título "Estação no bairro [ N. do Blog: Vila Prudente ] é confirmada, mas restam muitas dúvidas".
Houve, no dia 05 de dezembro, uma reunião no Espaço Boas Novas, que fica na famosa Vila Zelina, cujo tema a ser discutido foi a vinda do Metrô para a região aqui. Compareceram o Subprefeito Felipe Sigollo - que, aliás, e de acordo com o jornal promoveu o encontro -, o técnico do Metrô Ivan Picoli, entre outros interessados.
Em determinado trecho da matéria, consta o seguinte: "(...) A Companhia do Metropolitano de São Paulo faz mistério sobre o futuro da linha após a estação Vila Prudente, entre outras alegações, "para evitar a especulação imobiliária" [ As aspas são do original ] . Está definido que irá para o Tatuapé, mas, não é divulgado se outros bairros serão contemplados com estações. Moradores do Sapopemba, região sacrificada do novo projeto, protestaram veementemente (...)".
Pois bem. Apenas baseado neste trecho e, portanto, sem apreender a totalidade da situação, quero só comentar o seguinte: o caso é grave!!!
Pergunte a qualquer "investidor imobiliário" e ele lhe garantirá que o Metrô costuma "valorizar" ( ou seja, em linguagem de gente, "inflacionar, encarecer" ) as localidades contempladas. Se o PSDB, ao invés de garantir este transporte a bairros de gente bem, levasse até a Cidade Tiradentes, automaticamente haveria uma "valorização" deste local super-ultra-afastado da civilização, mais ou menos 45 km do centro da Capital.
Uma alegação dessas não pode jamais ser aceita. Esta modalidade de transporte tem, como princípio básico, diminuir as longas distâncias a grandes quantidades de pessoas ao mesmo tempo. Curioso é alguém achar que o Tatuapé não seria "atingido pela especulação imobiliária" ( ou valorização, como queiram ) com mais este serviço público que mais parece reservado a determinado grupo de pessoas nesta cidade.
Aliás, sendo assim, por quê, então, levar o Metrô a qualquer lugar que seja, uma vez que gera a famigerada "especulação"? Ou então: os locais tipo Rebouças, são habitados por mártires, que se oferecem em holocausto pelo bem dos outros cidadãos paulistanos?
Além disso, desde quando o Metrô se importa com a "especulação imobiliária"? Vejam o que se tornou a Vila Zelina, localizada apenas próxima às futuras estações. Ou será que, no caso do Sapopemba, seria muito cedo para os "investidores" chegarem procurando "bons negócios" e, por isso, deve-se "segurar" a implantação de Metrô até que, aos poucos, eles cheguem e, vão comprando as propriedades, bem barato para depois - aí sim - o governo passar a construir as estações. Daí você recebe um prospecto dizendo "GAFISA: 3 dormitórios, próximo ao Metrô Sapopemba" e se pergunta onde estariam os antigos moradores daquele bairro, já que a grana que receberam por seus imóveis não foi suficiente para continuar no local.
Bem. Sabendo que, desde que Serra assumiu a Prefeitura, e depois Kassab, a especulação imobiliário tomou São Paulo para si ( a começar das exigências de higienização na região Central ) e agora com essa história envolvendo a Gafisa e "reles funcionários" de uma Subprefeitura ( e que dará em nada, só pé de página do imprensalão ), fica claro que os "investidores" mandam em São Paulo, e não sairão tão cedo, considerando as últimas pesquisas de intenção para a Prefeitura em 2008.

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O cartão de Natal do CATA-MILHO

Um grande e forte abraço e lembrem-se: "Veja sempre o lado bom da vida!!!"


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Aloysio Biondi Sensacional!!! Site dedicado à memória e obra do mestre já está no ar! Coleção de matérias e artigos disponibilizada! Vai lá!!!

Nós já haviamos "linkado" para o projeto, logo que soubemos, desde o embrião, mas ainda estava no papel. Só que agora é realidade.
Mais do que nunca, é vital conhecer ou entender melhor o pensamento de Aloysio - que, entre outras coisas, dissecou o processo privatista de FHC, Covas, Marcello Alencar, Alckmin ( iniciado , afinal, com Collor, mas recrudescido a partir de 1995, quando a tucanalha aboletou-se no poder ) e demais tucaneiros.
Hoje, enquanto lemos nos jornais, que o governo de São Paulo irá privatizar a CESP e o Instituto Emílio Ribas temos, na pior das hipóteses e enquanto leigos, subsídios para compreeder o significado deste tipo de "administração pública" que é a marca registrada da tucanalha/ demagogos, o qual prevê a entrega-doação-"pago para que aceitem de presente" dos chamados "ativos" estatais, empresas públicas ou sei-lá-como se definem.
É impossível que o cidadão se considere "informado", enquanto não conheça a inacreditável fraude tucana que fabricou o prejuízo do Banespa que serviu de desculpa para a entrega impiedosa e criminosa do banco paulista ao espanhol Santander. A Vale do Rio Doce trocada por espelhinhos. O sucateamento premeditado de estradas, ferrovias, portos, elétricas. Coisa de revirar o estômago.
E o "maluco" Itamar Franco, quando governador de Minas Gerais, que recebeu uma suja, desrespeitosa, indecorosa capa da vEJA, tendo sido retratado como um "Napoleão de Hospício", por ter convocado a polícia militar do Estado de Minas para tentar garantir que Furnas continuasse propriedade do Estado? ( Leia aqui : Itamar é entrevistado por Paulo Hernique Amorim, em Novembro deste ano, e relembra esse e outros casos de privatizações e ilegalidades )
Aloysio não resumiu seu trabalho de então, apenas a denunciar supostas e possíveis ilegalidades nos processos de privatarias tucanas e afins mas, principalmente - e é aí que está o ouro - explicou, de forma limpa, simples, direta e didática, como funcionam ( funcionavam, funcionariam ), as empresas estatais. Qual seu propósito, de que maneira surgiram, como eram concebidas e administradas, a importância que tinham ( tiveram ) para a economia do país em termos de infra-estrutura, indústria pesada, desenvolvimento regional, fomento, soberania nacional.
Ao ler seus textos - de uma clareza e didatismo, repito, impressionantes e estimulantes - , fica bastante evidente que pouco sabemos deste país e de sua administração. Torna-se realmente difícil, quando passamos a conhecer um pouco a respeito da razão de ser da Petrobrás, do BNDES, da Vale do Rio Doce e demais empresas/autarquias/agências de fomento/bancos estatais, aceitar o que têm sido ou fora feito com elas. A campanha midiática de difamação das estatais, os "acidentes" que "provavam" a suposta incapacidade do Estado de - vá lá - gerir seu ( leia-se "nosso" ) patrimônio, os camados "marajás" do serviço público, nada disso passou ao largo da caneta de Aloysio Biondi, e a retomada de sua obra torna-se, desde e para sempre, obrigatória ao brasileiro. E continua atualíssimo, pois ainda tem muito alvo da sanha tucaneira na mira, como a Nossa Caixa, a já citada CESP, o Metrô.
Amigo, comece bem o ano de 2008, não deixe passar esta chance de conhecer melhor seu país e o verdadeiro significado da expressão "Herança Maldita". Leia, copie, repasse e recomende.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Celular ao volante dará 2 anos de cadeia ao meliante!! Uma grande notícia, até que enfim!!!

Mas você, caríssimo meliante paulistano ( descontadas as possíveis exceções ) , pode ficar tão tranquilo como é de sua índole, pois a lei será adotada na Inglaterra, para as estradas.
Aqui na terrinha não tem político capaz de apontar o dedo na cara dos mimadões chorões ( ou seja, os cidadãos motorizados ) e dizer, com todas as letras: há um excesso brutal de automóveis e vocês reclamam ( lamentam, choram, se queixam, esperneiam e "pedem brócolis" ) à toa, já que a Física não prevê solução para este problema, a não ser a retirada dos corpos para que sobre espaço, e este possa ser reapropriado pelos pedestres.
INDÚSTRIAS REUNIDAS DAMULTA
A impressionante capacidade do meliante motorizado em mentir, se enganar e, pior, alugar o ouvido alheio, despejando uma quantidade de aleivosias e leviandades lastreadas em sua própria estupidez:
Ontem, uma mulher estava num comércio paulistano, comprando uma folha de Zona Azul. Segundo a criatura, ninguém ia faturar em cima dela. Em seu modo de pensar ( sic!!! ) haveria a possibilidade de ela ser multada, se não botasse a tal folha azul, apenas porque "ELES" ( quem? os ETÊs? A Conspiração Bilderberg? ) querem receber o décimo-terceiro...
Em outras palavras: ela ( como muitos outros milhões ) querem liberdades sem limites para seus automóveis, mas os "amarelinhos" e os PMs ficariam "inventando" multas, só para ferrá-los e faturar. Óbviamente, ela conhece em detalhes o funcionamento do sistema em todos os seus meandros e, por isso, está autorizada a sair dizendo que ninguém passa no vermelho, ou estaciona sobre as já insuficientes calçadas ou na frente de garagens. Estas acusações são forjadas pela CET, portanto. Da latrina que ocupa a parte do rosto inferior ao nariz, apenas repetiu lugares-comuns, sem se preocupar com alguma coerência ou veracidade, um resquício que seja.
Que mau-caratismo desta cidadã! Está claro que, capaz de inventar uma lorota dessas e acreditar nisso, prova que é igualmente capaz de cometer as barbaridades ao volante que resultam nas esquálidas, anoréxicas, tímidas e covardes penalidades de que tanto se queixa.
Eis aí, um belo exemplar de nossos cidadãos conscientes, verdadeiros, sinceros, autênticos e perseguidos pelo Estado.
O habitual lixo que entope esta cidade. Agora, a notícia:


Celular ao volante agora dá 2 anos de prisão na Inglaterra
Yahoo! News
Sex, 21 Dez
Motoristas que forem pegos usando telefones celulares, sistema de navegação por satélite e até mesmo MP3 players nas estradas da Inglaterra poderão pegar até dois anos de prisão, graças a novas leis de trânsito que entraram em vigor nesta quinta-feira (20/12), informou o site Inquirer.
Com a nova orientação do Ministério Público britânico, os motoristas podem ser processados por direção perigosa, por usarem esse tipo de aparelho em veículo em movimento. A pena máxima por direção perigosa é dois anos de prisão, não podendo ser substituída por multa ou serviços comunitários.
Antes da nova lei, os motoristas pegos com dispositivos móveis eram acusados de direção negligente, sujeitos a multa máxima equivalente a cerca de US$ 10 mil, além de nove pontos perdidos na carteira de habilitação.
Usar um aparelho móvel ao volante é considerada prática ilegal na Inglaterra desde 2003, mas estima-se que pelo menos 500 mil motoristas desrespeitem a proibição a cada dia, lembrou o site do jornal Telegraph, acrescentando que a partir de agora a polícia poderá checar gravações do celular do motorista para saber se no momento do acidente ele estava ou não usando o telefone.

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Ex-ministro da Educação de FHC tem as contas da campanha de 2006 rejeitadas, e recorre. E o habitual pré-julgamento do imprensalão, aonde está?

Eleições 2006
Paulo Renato recorre de rejeição de contas de campanha
O deputado federal Paulo Renato Souza (PSDB-SP) recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral para tentar reverter a decisão que rejeitou a prestação de contas de sua campanha. Por meio de Agravo de Instrumento em Recurso Extraordinário, o parlamentar pretende que o Plenário reverta a decisão do presidente do Tribunal, ministro Marco Aurélio.
O ministro negou seguimento ao Recurso Extraordinário. Nele, o deputado alegava que o seu pedido levanta uma questão constitucional relevante e merece, portanto, ser levada à deliberação do Supremo Tribunal Federal. No entendimento do presidente do TSE, a prestação de contas, embora alusiva a certa campanha eleitoral, é um processo administrativo.
Paulo Renato Souza, que foi ministro da Educação do governo Fernando Henrique Cardoso, vinha questionando a rejeição de suas contas da campanha eleitoral do ano passado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Ao julgar o recurso do parlamentar, o relator, ministro Cezar Peluso, explicou que o TSE já estabeleceu que não cabe Recurso Especial contra decisão relativa a prestação de contas de campanha por se tratar de matéria administrativa.
O deputado alega cerceamento de defesa e, especialmente, o direito de recorrer, uma das garantias fundamentais estabelecidas pela Constituição Federal (artigo 5, inciso LV). “O direito de recorrer é parte integrante e indissociável do processo administrativo, tendo em vista expressa previsão constitucional”, assinala a defesa do deputado.
Processo de rejeição
No Tribunal Regional Eleitoral paulista, o Ministério Público Eleitoral ofereceu Representação, com fundamento no artigo 30-A, argumentando que o candidato eleito ao cargo de deputado federal teria obtido “valores de forma irregular” e realizado “gastos ilícitos” durante a campanha eleitoral em 2006. Essas irregularidades teriam levado à desaprovação de sua prestação de contas pela Corte regional.
De acordo com os autos, Paulo Renato Souza, então candidato a deputado federal por São Paulo, teve suas contas rejeitadas por existirem “inúmeras irregularidades insanáveis” tais como: realização de despesas com contrato de locação no valor de R$ 18 mil em período não permitido pela legislação; despesas pagas com recursos que não transitaram pela conta bancária; existência de doações que não foram lançadas na prestação de contas; ausência de contabilização de despesas nas contas do candidato, entre outras.

Revista
Consultor Jurídico
18 de dezembro de 2007

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Estranha e afinada campanha do imprensalão tenta salvar a pele de Serra pelo "Apagão Educacional", culpando os professores. Mas, no Paraná...

Governador anuncia Plano de Cargos e Salários para funcionários das escolas estaduais
19/12/2007
Os funcionários das escolas estaduais do Paraná terão um Plano de Cargos e Salários específico para a categoria. O anúncio foi feito pelo governador Roberto Requião nesta quarta-feira (19), durante a formatura das primeiras turmas do programa Pró-Funcionário, do Ministério da Educação. “Hoje começa um sério estudo para delinear um Plano de Cargos e Salários que incorpore a qualificação, a construção intelectual de cada um, no sentido da melhoria da qualidade do ensino, para ser apresentado em seis meses”, disse Requião. “O Plano significa aumento salarial e oportunidade de qualificação. Deve casar a melhoria salarial com a qualificação e a melhoria na qualidade de ensino”, afirmou.
O Paraná é o primeiro Estado do Brasil a formar funcionários da redeestadual de educação no programa Pró-Funcionário. As primeiras 38 turmas, com 1.023 alunos, se formaram em solenidade no Centro de Convenções de Curitiba. “O Estado está investindo de forma continuada e definitiva na melhoria das condições dos seus funcionários, na formação dos seus funcionários, e isso vale para os professores, mas também para os zeladores e demais funcionários das escolas, vale para o conjunto do funcionalismo”, disse o governador.
O vice-governador Orlando Pessuti lembrou aos formandos que o dia 19 de dezembro marca a emancipação política do Paraná. “Cada um de nós pode, no dia-a-dia, construir essa emancipação e o Pró-Funcionário é uma forma que se adota para que possamos construir a independência e a emancipação desses servidores”, comparou.
Para o secretário da Educação, Mauricio Requião, a formatura representa um momento histórico do funcionalismo público. “Esse é um momento especial, pela primeira vez o Poder Público oferece aos funcionários da escola a oportunidade de qualificação profissional”, disse.
“Os funcionários da educação há muito reivindicam um plano de carreira. Nós sempre procuramos, na prática, trazer os benefícios de um plano, mesmo sem sua existência, para esses funcionários. Mas hoje o governador abriu a perspectiva para a construção de um Plano de Cargos e Salários para os funcionários, com algumas diretrizes gerais importantes, como a vinculação do crescimento na carreira aos programas de formação continuada da Secretaria de Educação e a sua progressiva implantação na carreira, de modo que todo o impacto financeiro seja absorvido ao longo dos anos”, completou Mauricio.
De acordo com Sandra Garcia, chefe do Departamento de Educação e Trabalho da Secretaria da Educação, além dos 1.290 funcionários que estão freqüentando as aulas, 3.360 vagas serão abertas em 2008. O Pró-Funcionário oferece quatro habilitações de cursos técnicos de nível médio: Gestão Escolar; Alimentação Escolar; Multimeios Didáticos; e Meio Ambiente e Infra-estrutura.Segundo Sandra, o programa atendeu até o momento a 272 municípios do Estado e em 2008 vai atender todo o Paraná. A meta do programa é atender a pelos menos 50% dos funcionários das escolas até 2010. Os cursos técnicos têm duração de 16 meses. As aulas são à distância e os alunos têm reuniões semanais, quando recebem orientações. Há ainda a prática profissional supervisionada na escola onde atuam.
O programa é uma parceria entre o Ministério da Educação, Secretaria Estadual de Educação, Universidade de Brasília, Conselho Nacional de Secretários da Educação, União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação, Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Conselho Estadual de Educação e APP Sindicato.
Para Rogério Oswald Correia, auxiliar administrativo do Colégio Heracto Fontoura Sobral Pinto, de Colombo, formando em Gestão Escolar, a oferta de qualificação ao funcionário se traduz em valorização profissional. “Nunca tivemos um curso como esse, nunca fomos olhados desta forma”, disse. “Havia investimento na estrutura das escolas, mas nunca para a formação dos funcionários”, completou. Segundo ele, o curso vai melhorar a atuação dos funcionários nas escolas.
Antônia Carmo de Assis, inspetora e merendeira do Colégio Estadual Carlos Camargo, de Capitão Leônidas Marques, que se formou no curso de Meio Ambiente e Infra-estrutura, avaliou o Pró-Funcionário como uma ótima oportunidade para retomar os estudos. “Tive minhas dificuldades, afinal fazia muitos anos que eu não estudava, mas no final deu tudo certo”, disse. “Me rendeu muito crescimento pessoal, pois a última vez que havia estudado foi no final da década de 80”, contou.

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Pesquisa do IBGE mostra que 51 municípios concentram metade do PIB brasileiro

Metade do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de riquezas produzidas no país, estava concentrada em apenas 51 dos 5.564 municípios em 2005, nos quais viviam 30,5% da população do país. Em 2002, a metade da economia do país se concentrava em 48 municípios. As capitais brasileiras concentravam em 2005 34,8% do PIB, com destaque para as da região Sudeste, responsáveis 19,8% do PIB; seguidas pelas da região Centro-Oeste, 5,0%; do Nordeste, 4,5%; do Sul, 3,1 %; e Norte do país, 2,4%.
As informações fazem parte da pesquisa sobre Produto Interno Bruto dos Municípios brasileiros 2005, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem com os resultados do valor adicionado da agropecuária, indústria, serviços e administração pública, entre outros. A pesquisa tem por base a nova metodologia, que abrange informações para o período de 2002 a 2005.
Os dados indicam que cinco das principais capitais brasileiras, três das quais da região Sudeste, concentravam, em 2005, 25% do PIB, ranking que se mantém inalterado desde 2003. Um total de 1.338 municípios respondia, em 2002, por apenas 1% do PIB, número que subiu para 1.371 municípios, em 2005.
O levantamento indica que entre os municípios que individualmente respondiam por pelo menos 0,5% do PIB nacional em 2005, em relação a 2002, a maior participação percentual se concentrou principalmente nas grandes capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Goiânia (GO), e Fortaleza (CE).
Informes PT
20/12/07

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Craterão do Metrô: Já ia me esquecendo do "Dia do Desaniversário"! E já que uma pesquisa mostrou queda na aprovação do serviço, é salutar relembrar.

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Senador Pedro Simon destaca negativa de censura a Requião e à TV Educativa

17/12/2007
A Escola de Governo, experiência administrativa pioneira criada pelo governador Roberto Requião despertou o entusiasmo e a admiração do senador Pedro Simon (PMDB-RS). “Trata-se de uma iniciativa fantástica, que promove a cidadania e confere rapidez às decisões administrativas do governo, constituindo-se num exemplo para todo o Brasil”, afirmou o parlamentar e ex-governador do Rio Grande do Sul. A avaliação foi feita diante da decisão juíza federal Tani Maria Wurster, que negou pedido do Ministério Público Federal de censura prévia às críticas, comentários e denúncias do governador Roberto Requião e à Rádio e TV Educativa do Paraná. Pedro Simon conta que participou de uma reunião da Escola de Governo e que viu de perto a capacidade de aglutinação e de unidade que ela proporciona. “Pude acompanhar um debate sobre o problema da infância e dos menores infratores. Estavam ali representantes de todos os setores da sociedade, quando se decidiu substituir o tradicional sistema Febem por instituições mais modernas e civilizadas, capazes, realmente, de recuperar esses menores para o convívio social”, disse o senador, que acrescentou: “A Escola de Governo é uma verdadeira aula de cidadania”.
BOICOTE - Um aspecto, porém, chamou a atenção de Simon quando esteve em Curitiba para participar da Escola de Governo. “No dia seguinte, não vi nenhuma notícia na imprensa local sobre o assunto, apesar da importância da iniciativa”. O mesmo aconteceu, segundo o senador, com outra realização do governo do Paraná, o festival promovido pela Escola Latino-americana de Cinema, criada pelo governo paranaense. Nesse cenário, Simon considera importante que o governo eleito pelos paranaenses possa contar com um veículo de comunicação democrático para divulgar suas ações.
“O governador Requião é um dos políticos mais competentes que conheço. Ele é um apaixonado por tudo o que faz e suas iniciativas no governo do Paraná chamam a atenção de todo o Brasil, despertando a admiração de todos quantos conhecem sua administração revolucionária e corajosa”, acrescentou o senador.
O senado gaúcho destacou a solidariedade recebida por Requião por parte dos intelectuais, além dos movimentos sociais de todo o país, diante da ação movida pelo Ministério Público Federal, que, na opinião do senador gaúcho, está agindo com dureza extrema. “Tanto é assim, que uma juíza federal negou o pedido do MPF de censura prévia às manifestações do governador”.

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domingo, 16 de dezembro de 2007

CPMF: O presente de Natal dos ricos e sonegadores

Evaristo Almeida e Salvador Khuriyeh
Os ricos e os sonegadores do país receberam o maior de todos os presentes de Natal: o PFL, que se diz “Democratas” e o PSDB liderados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, pelo Senador Arthur Virgílio e pelo presidente da FIESP Senhor Paulo Skaff, representante do Senhor Geraldo Alckmin, lideraram a batalha da oposição contra o Governo Lula e saquearam R$ 40 bilhões dos brasileiros mais pobres para dar aos ricos e sonegadores do Brasil. Até outubro deste ano foram arrecadados pelo Governo Federal cerca de R$ 31 bilhões provenientes da CPMF. R$ 15,7 bilhões, ou seja, 51% do valor total arrecadado foram para a saúde.
Com este dinheiro, o Governo Federal pagou através do SUS mais de 9,3 milhões de hemodiálises, além dos exames de patologia clínica, consultas especializadas, raios-X, ultra-som, tratamento de câncer, partos normais e cesarianas, doenças cardíacas e vasculares, doenças respiratórias em crianças e em adultos, e transplantes.
Os estados que mais receberam foram São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná e Pernambuco. R$ 7,9 bilhões, 25%, foram para a previdência, para pagar aposentadoria dos trabalhadores rurais e R$ 7,5 bilhões, 24%, foram para o Fundo de Combate à Pobreza. Destes, R$ 7,4 bilhões, 96,8%, para o Programa Bolsa Família e R$ 90 milhões para os programas de aquisição de alimentos da agricultura familiar, erradicação do trabalho infantil, restaurantes populares, e construção de cisternas na região atingida por secas. Os principais argumentos dos opositores da CPMF e do Governo Lula são de que a arrecadação de tributos do Governo federal cresceu demais, que a carga tributária brasileira é uma das mais altas do mundo e que a CPMF é altamente regressiva e paga por todo cidadão brasileiro porque incide em toda cadeia de produção e, portanto, na formação de preços dos produtos. FHC assumiu o governo do país em 1995 com carga tributária ao redor de 29% do Produto Interno Bruto e a entregou em 36% do PIB, em 2002.
O Governo Lula não aumentou a carga tributária. A arrecadação tem subido em função do crescimento do país, cuja média é bem superior a de FHC e mantido a mesma proporção do PIB. A carga tributária brasileiro não é alta, ela é mal distribuída, incidindo mais na população de menor renda. No Brasil, rico sonega e não paga imposto. Países com melhor Índice de Desenvolvimento Humano – IDH medido pela ONU apresentam carga tributária acima de 50%, como o Canadá, Finlândia, Suécia, Noruega, e Espanha, entre outros, e apresentam melhor qualidade de vida para suas populações. Há forte correlação entre IDH e carga tributária.
A CPMF não é regressiva. Ela é no máximo neutra em termos fiscais na arrecadação. Atualmente, quase 80% da população é isenta do pagamento da CPMF. E seria ainda melhor, pois o governo estava propondo isenção para quem ganhasse até R$ 2.800,00. Se formos avaliar pelo lado da aplicação dos recursos da contribuição, ela é distributiva, pois é gasto com a população de menor poder aquisitivo, com saúde, previdência rural e Bolsa Família. Quando a CPMF foi criada, ninguém, nem mesmo o Governo, tinha idéia de que resultados a contribuição produziria.
Com o passar dos tempos, constatou-se que a CPMF se constitui num mecanismo de grande importância para observação de toda movimentação financeira realizada nos bancos e que antes era feita ocultamente.
Com isso, a Receita Federal e a Polícia Federal puderam acompanhar as movimentações escondidas e desviadas e combater de modo eficiente a sonegação. A carga tributária brasileira não cresceu por causa da criação de impostos novos ou de aumento das alíquotas dos impostos já existentes. O Governo do Presidente Lula não criou nenhum tributo novo.
Além disso, reduziu a alíquota de diversos tributos, concedeu benefícios a diversos setores da economia e apenas elevou a alíquota da COFINS de alguns setores da economia brasileira para promover equilíbrio de preços de produtos importados, a pedido dos próprios empresários desses setores.
A economia do Brasil está crescendo em ritmo constante e ascendente desde o primeiro ano do Governo do Presidente Lula. À medida que produz mais, vende mais, compra mais, circula mais dinheiro e, portanto, pagam mais impostos. Essas são as verdadeiras razões do crescimento da carga tributária brasileira. Com a renovação da CPMF e o Brasil crescendo ao ritmo dos últimos meses, as perspectivas para o país seriam ainda mais promissoras.
No entanto, a mais alta taxa de aprovação já alcançada por um Presidente da República no Brasil consolida o Governo Lula como um governo que tira dos ricos e sonegadores para melhorar a vida dos pobres brasileiros e faz o melhor governo da história do país. A questão é, portanto, política.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o Senador Arthur Virgílio, o Senhor Geraldo Alckmin, o PSDB e o PFL (DEM), e o Senhor Paulo Skaff, presidente da FIESP, mostram que não tem projeto de nação e compromisso com o povo brasileiro.
Ao contrário, defendem projetos próprios de manutenção de seus status quo e querem derrotar o Presidente Lula e retomar o governo para empreender políticas que permitam a ampliação de seus lucros já exorbitantes e a transferência de mais serviços públicos para a iniciativa privada. É o projeto neoliberal dos tucanos, dos pefelistas disfarçados de democratas e dos empresários e sonegadores sem pátria.
Ainda que tardiamente, o Governo foi ao extremo ao negociar a aprovação da CPMF propondo que 100% dos recursos arrecadados fossem para a saúde. Mas a oposição queria muito mais. Ela queria o fim da CPMF. A CPMF é a mais pura e direta transferência de recursos dos ricos que tem grandes movimentações financeiras para programas sociais, ou seja, para o povo pobre, carente e miserável.
Com o fim da CPMF o dinheiro vai ficar no bolso dos ricos e dos sonegadores que vão mandá-los para os paraísos fiscais. O fim da CPMF pode representar aumento das taxas de juros, pode aumentar o risco Brasil, pode atrasar o alcance do nível de investment grade que permitiria financiamentos a custos mais baixos para o crescimento da capacidade de produção e pode dificultar o aumento de recursos para investimentos na área social e na infra-estrutura, necessários ao crescimento do país. Já que até agora o pagamento da CPMF está embutido na formação de custos da cadeia produtiva brasileira conforme afirmaram os empresários, os sonegadores e seus representantes que ajudaram a derrotar o Governo e por fim a contribuição resta saber se a partir de 1º de janeiro haverá redução dos preços dos produtos ou se os empresários e sonegadores o embolsarão.
Bem que o Governo Lula poderia agora apresentar o projeto de reforma tributária incluindo a cobrança de impostos sobre grandes fortunas e aumentando o imposto sobre a renda da parcela da população mais rica, como ocorre nos países mais ricos, mais desenvolvidos e com melhor qualidade de vida da população. É hora de a população mais pobre que acabou de ser assaltada fiscalizar e cobrar a redução dos preços de todos os produtos na mesma proporção.
Salvador Khuriyeh
Assessor de Desenvolvimento Econômico
Evaristo Almeida
Assessor de Transportes
13/12/07

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São Paulo perderá no mínimo R$ 7 bilhões da CPMF


A Bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo repudia a falta de visão política e de compromisso com as necessidades da população brasileira, apresentada pelos senadores do DEM e do PSDB, que votaram contra a emenda para prorrogar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira – CPMF.
Em virtude desse veto, milhões de brasileiros serão atingidos pelos impactos provocados pela redução dos recursos nos programas sociais promovidos pelo governo Lula. Segundo informações do Ministério da Fazenda o valor da CPMF arrecadado no Estado de São Paulo era um total de R$ 10,315 bilhões.
Desses recursos cerca de R$ 6,6 bilhões eram aplicados pelo governo federal no Estado de São Paulo, sendo divididos da seguinte forma:
R$ 664 milhões para o Fundo de Combate à Pobreza; - Bolsa Família
R$ 2,2 bilhões para a Previdência Social;
R$ 3,8 bilhões para a Saúde
Para os deputados do PT, os partidos PSDB e DEM e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, são os principais responsáveis pela não aprovação da prorrogação do tributo que, no governo Lula, combateu à sonegação fiscal e destinou recursos aos programas sociais na erradicação da pobreza e resgate da cidadania
Assessoria de Comunicação - Liderança do PT
13/12/2007
Comentário do blog: Ainda bem que essa grana da CPMF não era destinada à Educação. Pensem no que o PSDB poderia deixar de fazer aqui em São Paulo, sem os tais recursos. As avaliações tipo Saeb, Saresp, iriam mostrar um quadro ainda mais negro ( e desculpem o trocadilho óbvio ).

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CPMF: Derrota de Lula, Serra e governadores tucanos



Jasson de Oliveira AndradeO fim da CPMF, imposto pelo Senado por apenas quatro votos, foi a pior derrota de Lula, em cinco anos de governo. No entanto, ele não perdeu sozinho. Serra e outros governadores tucanos (Aécio Neves, Minas; Yeda Crusius, Rio Grande do Sul e Teotônio Vilela, Alagoas) também foram derrotados. Todos eles defenderam a prorrogação dela. O mais contundente em sua crítica foi o tucano Teotônio Vilela, governador de Alagoas. Ele declarou ao Estado: “Perde Alagoas e perde o Brasil. Acho que foi um equívoco dos senadores tucanos, ao se posicionarem contra a CPMF”. Aécio foi mais cauteloso: “Eu, pessoalmente, achava que o volume maior de investimento na saúde seria bom para todos, para a população”. Em Toda Mídia, Nelson de Sá, revelou: “Na página “+ lida” na Folha Online, “O PSDB perdeu”, de Kennedy Alencar. Ou ainda, “os dois candidatos à Presidência da República, José Serra e Aécio Neves, foram derrotados pelos tucanos do Senado”, um grupo “liderado por FHC”.
Fernando de Barros e Silva analisa, em artigo à Folha, um a um quem ganhou e quem perdeu com o fim da CPMF. O texto é longo, mas ilustrativo: “O governo decerto perde – e muito-, mas desta vez cai de pé. Fica sem o dinheiro, mas ganha um discurso. Verdade ou não, vai transferir para a oposição a culpa pelo sumiço de R$ 40 bilhões da saúde. E saberá se segurar sem eles. (...) Os “demos” do PFL só podem estar como pintos no lixo – chafurdando em felicidade. São os pequeninos grandes vitoriosos da madrugada. Jogaram seu papel. (...) E o PSDB? Venceu contra si mesmo. Serra e Aécio, os governadores presidenciáveis, ficam sem dinheiro e sem discurso. Queriam a CPMF e foram derrotados com Lula. Não é algo fácil de entender. (...) Mas Arthur Virgílio, o Jim Jones do tucanato, só liderou a bancada na ponta da faca porque tinha o respaldo e retaguarda de Fernando Henrique. Visão estratégica? Vitória da democracia? PARECE SÓ INVEJA HISTÓRICA (destaque meu). Seria melhor que não fosse. Como FHC bem sabe, quem paga o pato não é a turma do Paulo Skaf [presidente da FIESP].” O consumidor foi o beneficiado? Em parte sim. Só em parte. É o que diz a Folha, em manchete de Primeira Página: “Ganho para consumidor é pequeno”, afirmando ainda: “O fim da CPMF não trará economia expressiva ao dia-a-dia dos consumidores. Embora sua arrecadação anual seja alta, SEU CUSTO MENSAL É PEQUENO COMPARADO AO DE OUTROS TRIBUTOS (destaque meu)". Por que, então, não lutar contra esses OUTROS TRIBUTOS? É que com fim da CPMF o governo Lula não poderá aplicar o dinheiro em benefício da população. Diz Gustavo Patu, na Folha: “Novo cenário torna menos ambiciosos os planos do Planalto, a começar pelo “PAC da Saúde”, que teria R$ 4 bilhões novos em 2008”. Sem comentários!
Arthur Virgílio, o novo herói de FHC, foi um crítico mordaz de José Serra. Renata Lo Prete, no Painel da Folha (14/12), revela: “O que Virgílio disse de José Serra nos últimos dias ninguém disse de Lula nem na CPI do Fim do Mundo [CPI dos Bingos]”. Essa e outras declarações contra o governador de São Paulo levaram o deputado Maurício Rands (PT-PE) a dizer: “Quem disse que os tucanos não têm projeto? Eles têm um projeto claro: impedir que o Serra chegue à Presidência da República”. Conseguirão? A união Virgílio-FHC não é bem vista por um governador tucano, segundo informa Mônica Bergamo, em sua Coluna na Folha de 14 de dezembro. Eis o desabafo do governador do PSDB: “Ninguém de prestígio no PSDB vai comemorar [o fim da CPMF], ainda mais porque os indicadores econômicos vão piorar. Só o [senador] Arthur Virgílio, que teve 3% dos votos quando disputou o governo da Amazonas, e o Fernando Henrique [Cardoso], que tem uma das piores avaliações entre todos os políticos do Brasil”. Palavras de um dos cinco governadores do PSDB – que batalharam pela prorrogação do imposto e foram derrotados por FHC.” Ainda segundo Mônica Bergamo: “O governador José Roberto Arruda, do DEM, fez as contas e acha que o DF [Distrito Federal] perde R$ 250 milhões com o fim da CPMF”. Até governador do DEM é vítima do fim do imposto tão combatido pelo partido!
Arthur Virgílio, em entrevista ao Estadão, confirmou o desentendimento com o governador paulista: “Disse a Serra que não tinha como mudar a posição [contra a CPMF]. Aí, ele disse: “Isso é uma loucura”. Então eu respondi: “Eu sou louco, um louco que vai manter a sua palavra até o final. (....) UMA CONVERSA QUE PODERIA TER SIDO MAIS AGRADÁVEL (destaque meu) porque eu te admiro muito e tanto te admiro que defendi seu nome duas vezes para a Presidência”. Então, a informação do Painel da Folha, transcrita neste artigo, é confirmada pelo próprio líder tucano no Senado. Não é invenção!
Como vimos, Lula, Serra e outros governadores tucanos foram derrotados com o fim da CPMF. Resta agora analisar a frase do governador Teotônio Vilela (PSDB): “Perde Alagoas e perde o Brasil”. Cada um tire suas próprias conclusões!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
Dezembro de 2007

Postado por Redação Portal Mogi Guaçu

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Lula "gasta" demais? Existe "farra", "inchaço" e "descontrole"? Estadão diz a verdade? Blog do Chicão mostra que não.

Quem não raciocina pensa que é verdade
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O primeiro passo para uma mente livre é raciocinar. Para isto é importante buscar uma fonte digna de dados. Deve-se observar com sabedoria perceber qual são os interesses de quem escreve.
O Jornal Estado de SP publicou uma “reportagem” com o seguinte título: “governo dá piores reajustes a salários de saúde e educação”.
Eles pesquisaram nos holerites dos funcionários? Não, de jeito nenhum. Fizeram uma série de inferências a partir de números e mais números, com datas diferentes e períodos de comparação diferentes; relatados por pessoas de oposição ao governo. Uma das formas mais comuns de manipulação é a constante mudança nas comparações que se fazem. Usa-se os dados segundo as conveniências. Prestem atenção em como isto é feito.
Os números servem inicialmente para desmentir uma mentira divulgada anteriormente por este mesmo jornal e pela rede Globo. Diziam que os gastos do governo federal com o funcionalismo havia aumentado 3 vezes. Repetiram: “Uma loucura! Falta de controle! Gastança! Descontrole!” E os papagaios da Rede Globo inundaram a Internet repetindo estes números.
Vamos aos dados desta mesma reportagem:
“A despesa primária total do governo federal subiu de 19,5% do PIB para 21,2% do fim de 2002 até 2006, mas os gastos de pessoal na ativa destacavam-se como um dos itens relativamente sob controle. Depois de atingirem 2,5% do PIB em 2002, eles caíram para 2,32% em 2003 e permaneceram praticamente nesse nível até 2005. Nos últimos dois anos, porém, houve uma inflexão, e os gastos com pessoal na esfera federal começaram a crescer como proporção do PIB, atingindo 2,43% em 2006 e DEVENDO VOLTAR a 2,5% este ano, segundo previsão do economista Fábio Giambiagi”.
Entenderam? Os gastos com pessoal está no mesmo nível que no governo FHC. Onde está o estouro de gasto? Mentiram descaradamente e os papagaios saíram repetindo.

Vamos continuar que tem mais:
Nesta reportagem há uma mistura dos gastos do judiciário (que tiveram grandes aumentos salariais) e do legislativo com gastos do executivo. Isto serve para embasar o título da reportagem. Quem não raciocina não leva em consideração que o executivo manda no executivo, não nos outros poderes.

Na área de saúde não é considerada a implementação do SUS. Ou seja, os novos médicos são contratados, com raríssimas exceções (tipo o Inst. Nac. do câncer), pelos governos estaduais e municipais. É por isto que as verbas aumentaram muito para a saúde e não para o gasto do governo federal. São questões técnicas que o entrevistado, assessor do senador Tasso Jereissati, se “esqueceu”. Esqueceu com um objetivo: te enganar.

Analisando os gastos com pessoal na educação, vocês verão que houve sim um aumento expressivo nesta área. Muito expressivo, que refletem a contratação de milhares e milhares de professores (lembram do inchaço da máquina?). E vai haver mais aumento nesta área. Veja o que o jornal não mostrou e que está no blog do Chicão (quem o lê já sabia):
“Salários nas universidades federais terão alta de 63% até 2010.
O Ministério da educação anunciou ontem que dará um reajuste médio de 63% aos professores das universidades federais até 2010. O valor será dividido em três parcelas, em julho de cada ano, começando com 21% em 2008. O aumento real será de 50%. Segundo a ProIfes (Fórum de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior), é o maior aumento dados em 20 anos. (do blog Amigos do Presidente Lula)”.

A educação foi beneficiada com a contratação de pessoal nos primeiros anos do governo Lula. Não nos últimos meses, como quer fazer o atual prefeito de SP. Veja como este dado é manipulado:
“De janeiro a novembro, na comparação com igual período de 2006, os gastos salariais na Administração cresceram 21,18%, um salto real de R$ 1,113 bilhão em apenas um ano. Em contraste, as despesas salariais na função Saúde cresceram 1,3% em termos reais de 2006 para 2007, e as da função Educação cresceram apenas 5,3%”.
Lógico que foi assim: se vocês avaliarem esta evolução em 2004 e 2005 ela é muito, MUITO maior (por isto não foi citada esta época). Nestes dois anos houve a contratação de milhares e milhares de professores para a suprir as carências das universidades e das escolas técnicas. Hoje o aumento real se dá sobre praticamente os mesmos números de funcionários, isto quer dizer: aumento REAL MESMO. Nos governos anteriores os salários iam ficando gradativamente mais defasados. Este governo começou uma recomposição lenta.
Governo Lula – contratação no início de cada mandato – recomposição lenta dos salários.
Oposição – não contratação de funcionário ou contratação no finalzinho do mandato – decomposição dos salários.
Isto vale para a área de educação.
Atualmente o governo prepara a segunda leva de expansão das escolas técnicas e das universidades, que iniciará em 2008. Só nas escolas técnicas serão quase 200 mil novas vagas. Outra hora trato do assunto.

Tem mais: misturando “alhos com bugalhos” tentam desqualificar o esforço que o Governo Lula está fazendo para combater a criminalidade. Certamente o senador Tasso Jereissati, através do seu assessor, gostaria de ver tudo voltar ao que era antes: TUDO DEBAIXO DO TAPETE. A função fiscalização é uma atividade fundamental de qualquer governo sério no planeta. O sonho da classe alta é continuar sonegando e aprontando maracutaias impunemente. Daí a desqualificação dos investimentos na receita federal, na corregedoria geral da união (presidência), na advocacia geral, no ministério público, etc.
Para estas pessoas da oposição (e seus papagaios) tudo aquilo que coloca em risco a centenária impunidade da classe alta deve ser desqualificada. Veja o que o assessor do senador diz:
““O governo tem aumentado o gasto com carreiras que ajudam a maior arrecadação de impostos, como a Receita Federal, e a sua administração, como analistas de Finanças e Controle, e não em atividades-fim, como servidores ligados à função Saúde.” Aumento da arrecadação combatendo lavagem de dinheiro e quadrilhas é bom. Muito bom. Investir em controle é bom. Não é isso que queremos?
A corregedoria geral da união acabou com a máfia dos sanguessugas. Isto é controle. Ou vocês querem que voltem a época em que o Serra era ministro e esta máfia “pintava e bordava” com a certeza de que nada aconteceria?
Qual o país que vocês querem?
Cuidado! A classe alta e a imprensa querem manipular sua mente.
Fazem lavagem cerebral repetindo números que contradizem com a realidade.
Pensem! Comparem os números das reportagens que vocês encontrarão muito mais mentiras do que aquelas que apontei neste texto.
Quem não raciocina pensa que é verdade estas “reportagens”.

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sábado, 15 de dezembro de 2007

OOps!! Eu fiz de novo! Jornal SPTV faz jogo de cena "mostrando mensagens" de professores irados com reportagem pró-Serra e reitera o que já havia dito

Então, a Carla Vilhena sacou um belo maço de mensagens que, segundo ela, seriam de professores indignados com a matéria do SPTV rodada no dia anterior.
E revelou ( pois muita gente pensa saber muito sobre funcionalismo público, doutrinada que foi nessas últimas duas décadas ) que os professores não podem, em termos práticos, se defender publicamente das frequentes acusações, que os culpa ( claro que nem sempre de forma direta ) pelo fracasso a que o PSDB levou a educação em São Paulo.
A causa do silêncio dos servidores públicos em geral, contra supostos ou possíveis desmandos dos "gestores", está numa lei da época da ditadura.
Só que, d. Vilhena, o fato de existir uma lei nesse sentido - e que, serve muito bem aos propósitos desmanteladores do PSDB - não explica e nem justifica o SPTV ter feito uma matéria tão vil e pró-governo estadual. A pauta deve ter saído dessa agência de comunicação dos amigos de Serra. A equação é: fracasso de SP = professores faltosos + lei estadual que lhes garante faltar "à vontade".
Falta perguntar: por quê uma lei que "favorece os professores faltosos" é tão danosa, mas uma lei de 1968 ( que ajuda o governo estadual a calar os descontentes que poderiam constrangê-lo e cai como uma luva aos propósitos privatizantes de José Serra ) pode ser mantida sem questionamentos?
E, de mais a mais, o SPTV usou seu pedido de "desculpas", apenas para reiterar o que havia dito no dia anterior.

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Sonegadores comemoram fim da CPMF, Piauí contabiliza prejuízos, e resta saber se os governadores tucanos e demos permanecerão nestes partidos!!

Sem CPMF, Piauí perderá R$ 700 milhões e mais recursos à saúde
A extinção abrupta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) afetará as contas públicas da União, dos Estados e municípios. Sem poder contar mais com a estimativa de arrecadação de R$ 40 bilhões, o Orçamento de 2008 terá que ser refeito pela equipe econômica do Governo Federal. Na hora de fechar o cofre para avaliar o tamanho do rombo, de imediato se sabe que somente o Piauí deixará de receber cerca de R$ 700 milhões e ainda, como o restante dos Estados, poderá ter menos recursos para a saúde.
O governador Wellington Dias (PT), que esteve ontem (12) no Congresso Nacional para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Consórcio Turístico Maranhão-Piauí-Ceará, já manifestava preocupação com o desfecho da votação da prorrogação da CPMF na madrugada desta quinta-feira (13) no Senado Federal. “Vai ser muito duro a perda da CPMF, que prevê R$ 700 milhões só para o Piauí. Mas temos que resolver cada problema a seu tempo”, diagnosticou horas antes dela ser extinta.
Este ano, o Piauí deverá arrecadar R$ 389,5 milhões com a CPMF. Mas o Estado ganhará mais do que isso: R$ 580,5 milhões. O recurso é destinado à Previdência (R$ 94,6 milhões), ao Fundo de Combate à Pobreza (R$ 268,1 milhões) e ao Fundo Nacional de Saúde (R$ 217,9 milhões). Sem a CPMF, perde a eficácia a Emenda 29, regulamentada recentemente, que dispõe sobre o uso de recursos em ações e serviços da saúde. Iriam R$ 24 bilhões para a área até 2010. O Piauí ficaria com R$ 1,1 bilhão.
A oposição não cedeu um voto sequer mesmo com a proposta de última hora do presidente Lula, enviada por carta, de deixar toda a arrecadação do imposto com a saúde e também, durante 2008, reabrir as discussões sobre a reforma tributária.
Nem o apelo dramático do senador Pedro Simon (PMDB-RS) de adiar a votação e avaliar a extemporânea proposta do Palácio do Planalto conseguiu reverter a derrota. Como se tratava de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), seria preciso o mínimo de 49 votos. Faltaram quatro.
O governo perdeu dentro da sua própria base aliada. Cada um com seus motivos pessoais, transformados durante os discursos em convicções econômicas e sociais. Deixaram de dizer sim os senadores César Borges (PR-BA), Expedito Júnior (PR-RO), Romeu Tuma (PTB-SP), Geraldo Mesquita (PMDB-AC), Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e Mão Santa (PMDB-PI).
Não se pode nem dizer que Mão Santa seja um aliado. Há muito tempo não é. Sua simplória conta matemática é de que sem pagar a CPMF, as donas-de-casa terão mais dinheiro para fazer circular e, com isso, os Estados arrecadarão mais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
Ele não deu ouvidos àquele que gostaria de ver Presidente do Senado, o peemedebista histórico Pedro Simon. Manteve-se com a retórica de que a CPMF é uma mentira sustentada pelos “aloprados” do governo Lula.
Bem verdade que faltou traquejo político ao Ministro da Fazenda, Guido Mantega, nas negociações com o Congresso Nacional. Terminou impondo ao presidente Lula o envio de uma carta desesperada aos senadores já no encerramento do encaminhamento da votação. “Por que não fez isso antes?”, questionou o irredutível líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM).
Agora a CPMF já era. Resta aguardar as medidas a serem tomadas pelo governo. Onde cortará despesas, que investimentos serão prejudicados e que impostos poderão ser aumentados ou criados para adaptar-se à perda imediata de R$ 40 bilhões no Orçamento.
Senadores piauienses ajudam a derrubar prorrogação da CPMF
Como já era esperado, dois dos três senadores piauienses votaram contra a prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). Heráclito Fortes (DEM) e Mão Santa (PMDB) engrossaram a lista dos 34 votos da oposição. Apenas o senador João Vicente Claudino (PTB) votou a favor do Governo Federal.
Foram ao todo 45 votos a favor da prorrogação, mas isso não foi suficiente para garantir ao governo federal a aprovação da matéria no plenário do Senado na madrugada desta quinta-feira (13). Com isso, a oposição conseguiu derrubar a manutenção do "imposto do cheque" no plenário do Senado --já que o governo precisava de 49 votos para garantir a vigência da contribuição.
O senador piauiense Sibá Machado, que é suplente da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, pelo Estado do Acre, também votou a favor da prorrogação da CPMF. Segundo a opinião do governo, a prorrogação do importo só foi derrubada por conta do apoio de senadores da base governista terem votado contra a medida provisória, como por exemplo o senador Mão Santa.
Os 27 senadores da oposição (DEM e PSDB) votaram unidos contra a prorrogação da CPMF, mesmo com a pressão de governadores do PSDB para que mantivessem o "imposto do cheque".
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) foi o único ausente na votação, pois retornou ao Estado para participar do enterro do governador Ottmar Pinto --apesar de já ter declarado o voto contra a CPMF. O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), também não registrou voto porque só participa em caso de empate. Confira abaixo como foram os votos dos senadores na prorrogação da CPMF:
Contra:
Adelmir Santana (DEM-DF)
Álvaro Dias (PSDB-PR)
Antonio Carlos Junior (DEM-BA)
Arthur Virgílio (PSDB-AM)
César Borges (PR-BA)
Cícero Lucena (PSDB-PB)
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Efraim Morais (DEM-PB)
Eliseu Rezende (DEM-MG)
Expedito Junior (PR-RO)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Geraldo Mesquita (PMDB-AC)
Heráclito Fortes (DEM-PI)
Jarbas Vasconcellos (PMDB-PE)
Jayme Campos (DEM-MT)
João Tenório (PSDB-AL)
Jonas Pinheiro (DEM-MT)
José Agripino (DEM-RN)
José Nery (PSOL-PA)
Kátia Abreu (DEM-TO)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Mão Santa (PMDB-PI)
Marco Maciel (DEM-PE)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Mario Couto (PSDB-PA)
Marisa Serrano (PSDB-MS)
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Raimundo Colombo (DEM-SC)
Romeu Tuma (PTB-SP)
Rosalba Ciarlini (DEM-RN)
Sérgio Guerra (PSDB-PE)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
A favor:
Almeida Lima (PMDB-SE)
Aloísio Mercadante (PT-SP)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Augusto Botelho (PT-RR)
Cristovam Buarque (PDT-DF)
Delcídio Amaral (PT-MS)
Edson Lobão (PMDB-MA)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Epitácio Cafeteira (PTB-MA)
Euclydes Melo (PTB-AL)
Fatima Cleide (PT-RO)
Flavio Arns (PT-PR)
Francisco Dornelles (PP-RJ)
Gerson Camata (PMDB-ES)
Gilvam Borges (PMDB-AP)
Gim Argello (PTB-DF)
Ideli Salvatti (PT-SC)
Inácio Arruda (Pc do B-CE)
Jefferson Péres (PDT-AM)
João Durval (PDT-BA)
João Pedro (PT-AM)
João Ribeiro (PR-TO)
João Vicente Claudino (PTB-PI)
José Maranhão (PMDB-PB)
José Sarney (PMDB-AP)
Leomar Quintanilha (PMDB-TO)
Magno Malta (PR-ES)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Neuto do Conto (PMDB-SC)
Osmar Dias (PDT-PR)
Patricia Saboya (PDT-CE)
Paulo Duque (PMDB-RJ)
Paulo Paim (PT-RS)
Pedro Simon (PMDB-RS)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Renato Casgrande (PSB-ES)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Rosenana Sarney (PMDB-MA)
Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
Serys Slhessarenko (PT-MT)
Sibá Machado (PT-AC)
Tião Viana (PT-AC)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Valter Pereira (PMDB-MS)
Wellington Salgado (PMDB-MG)
Com informações da Folha online

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